PORTUGAL MAG

A revista dos portugueses em França

Paris 14 homenageia os soldados portugueses da I ra Guerra Mundia no dia 11 de Novembro

Foi sob uma pequena chuva de inverno frente à Mairie de Paris 14 onde penduravam as bandeiras de Portugal, França e Europa, que se celebrou no dia 11 de Novembro uma homenagem aos soldados portugueses que participaram na primeira Guerra Mundial ao lado dos Aliados, na presença de várias figuras políticas como o Sr. Francisco SEIXAS DA COSTA, Embaixador de Portugal em França, Sr. Pascal CHERKI, presidente da Mairie de Paris 14, Sr. Luis FERRAZ, Cônsul de Portugal em Paris, Sr. Hermano SANCHES RUIVO, conselheiro de Paris e dos Antigos Combatentes, Sr. Julio SARMENTO, presidente da Junta de Trancoso e de diversas figuras associativas e antigos combatentes.

 

A cerimónia começou pouco depois das 11h diante do Monumento aos Mortos, que se encheu de coroas de flores depositadas pelas diversas entidades políticas e associativas.

Crianças das escolas de Paris 14 leram diversas cartas e testemunhos de antigos combatentes, seguindo a locução do Sr. Francisco SEIXAS DA COSTA que relembrou que Portugal também combateu para a liberdade na Europa, que o sangue de milhões de portugueses derramou-se nas trincheiras em França e que é um dever para nós nunca esquecer aqueles que morreram para defender a bandeira.

Na presença de centenas de portugueses e franceses, o Presidente da Mairie de Paris 14, Sr. Pascal CHERKI, fez o seu discurso onde percorreu a história de Portugal, desde a independência até à imigração, passando pelos descobrimentos e a proclamação da Républica, insistindo sobre o papel importante do nosso país durante a I ra Guerra Mundial principalmente na batalha de la Lys que provocou em 20 dias a morte de mais de 7 mil portugueses, mas que mostrou o heroísmo dos nossos gloriosos antepassados, batalha infelizmente desconhecida por muitos portugueses.

A cerimónia terminou-se com a actuação de Yannick LOPES e do rancho Estrelas do Alto Minho no salão de banquetes depois dum pequeno buffet.

 

Nosso obrigado ao Sr. Hermano SANCHES RUIVO pelo convite e organização deste importante evento à memória dos soldados portugueses que em nome da liberdade e da pátria, lutaram e para muitos, perderam a vida longe da terra natal.

(Portugal Magazine n° 12)

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Cristel Gomes a voz meiga e sensual de quem utiliza a música para exprimir sentimentos

A Portugal Magazine interessou-se este mês à carreira da jovem artista lusodescendente Cristel Gomes, apaixonada desde sempre pela música e que editou em 2010, com Alfama Produções o seu primeiro trabalho composto de belas canções românticas entre outras. Sua voz meiga e única já conquistou numerosos corações e não duvidamos que uma longa vida artística encontra-se à sua frente.

 

Para que os nossos leitores fiquem a melhor conhecer-te, fala-nos um pouco de ti, das tuas origens e das tuas ligações com Portugal.
Sou a Cristel, tenho 24 anos e nasci em Paris de pais portugueses, a minha mãe é de Montalegre perto de Chaves e o meu pai de Torres Verdas perto de Lisboa.
Todos os anos vou de férias a Portugal, gosto lá estar, faz parte de mim,  daquilo que sou e tenho um imenso orgulho em ser portuguesa. Adoro Portugal pelas suas tradições, suas músicas, aquele convívio partilhado quando os portugueses estão juntos… é lindo e é sempre com muita alegria.

Como nasceu a tua paixão pela música ?
A minha paixão pela música nasceu, se bem me lembro, desde bébé (risos), a minha mãe sempre punha música portuguesa a tocar em casa e o meu pai tocava concertina, hoje ainda é assim e eu adorava e adoro. Também quando nos encontrava-mos em Portugal, adorava ir ver os espectáculos nas aldeias e isso tudo aos pouco deu-me vontade de fazer o mesmo … cantar. A música para mim é uma maneira de expressar os sentimentos que não somos capazes de dizer …

O teu primeiro CD foi editado em 2010. Fala-nos deste trabalho, das pessoas envolvidas e das que te ajudaram a concretizar este sonho.
Este trabalho foi realizado principalmente graças ao Johnny Gamma e ao Jack que fazem parte do estúdio Alfama Produções. Conheci o Johnny há uns bons anos atrás, ele já estava no mundo da música e disse-lhe que gostava de cantar e de fazer um álbum, nessa altura ainda não tinha o estúdio Alfama Produções, então começamos a trabalhar as músicas com calma, ver aquilo que eu pretendia, o estilo … etc. Entre tanto, alguns anos depois, nasceu a Alfama Produções e foi aí que decidi lançar um álbum e também tive muita ajuda dos meus familiares e amigos para ter coragem de enfrentar este mundo da música … e seguir em frente.

Com a tua voz meiga e sensual, qual o teu estilo de música e quais os artistas com que te identificas ?
O meu estilo de música é a Pop Romântica, adoro muito mesmo música romântica, é onde me identifico melhor. Também adoro imenso toda a música Latina, Reggaeton, Meringue, Kizomba, Batchata … etc.
A música latina para mim é a melhor música (risos) está no 1.ro lugar, mas gosto um pouco de tudo, também adoro Fado como a Mariza, Carminho, Raquel Tavares … De igual modo gosto da nossa música Popular.
O artista com que me identifico é sem dúvida o Luis Fonsi, ele é para mim o melhor (risos), um grande artista com um talento enorme, ele faz parte da minha vida musical hà mais de 10 anos, depois também os outros artistas são David Bisbal, Jennifer Pena, Alexandre Pires, Vanessa Camargo, David Bustamante e muitos mais … acho que nunca mais acabaria a lista (risos).

Quais os teus futuros projectos, tanto musicais como pessoais ?
Tenho como projecto voltar a gravar outro álbum, com temas mais mexidos, mas sempre com algumas baladas e trabalhar com outros artistas. Alguns projectos estão a preparar-se … (risos).

Para quem desejar adquirir o teu trabalho, onde o encontrar ? E os diferentes contactos para espectáculos ?
Em Portugal podem encontrar o meu trabalho em Torres Vedras na loja « Arcadia », aqui em França nos espectáculos que eu faço e também em Orleans. Quanto aos contactos para espectáculos, podem contactar Sergio Farinho através do número 06 50 61 34 56 ou FMG Produções 01 69 07 25 32.

Uma última palavra para os leitores da Portugal Magazine ?
Queria agradecer a todas as pessoas que me apoiaram ao longo deste meu 1ro trabalho, meus familiares e amigos.
Sei que  graças a este álbum conheci pessoas com um grande coração, que me ajudaram e ajudam-me muito como o Serge farinho, FMG Produção, a Kathleen que está sempre ao meu lado, o David Garcia a quem desejo muito sucesso porque ele merece mesmo vencer neste mundo da música e a vocês, Portugal Magazine pela ajuda e simpatia que me tém dado …

 

Obrigado Cristel pela tua disponibilidade e desejamos-te desde já muito sucesso na tua carreira de artista, que teu nome brilhe bem alto no mundo da música, tanto em França como em Portugal e obrigado pelos momentos que partilhas connosco nos diferentes espectáculos.

Mais informações no blog : cristel-musica.skyrock.com

(Portugal Magazine n° 13)

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Les sculptures de Sylvie Pereira

Cette artiste autodidacte  est née à Meulan dans les Yvelines en 1974. Ses parents originaires d’ Agrochão, un village du Nord du Portugal (Trás-os-Montes), sont arrivés en France dans les années soixante.

Diplômée  de l’ESV (école supérieure de vente), elle travaillera 10 ans dans les télécoms, et aujourd’hui employée chez Arkadin, une entreprise spécialisée dans la téléconférence. Elle réside à  Paris depuis une dizaine d’années.

Sylvie Pereira tord, sculpte, colore le métal, lui donne forme et vie. Un langage métallique d’une belle inventivité. De ses sculptures  se dégage une certaine  force, un imaginaire débordant et une  singularité  bien à elle.

Ses sculptures sont comme des contes, de petites histoires en métal torsadé, que l’on aime découvrir, et nous interpellent.

 

Bonjour Sylvie, te souviens tu de ta première création ? … parle-nous de tes débuts ainsi que   de ton parcours artistique…

J’ai commencé pour m’occuper, pendant l’année sabbatique obligatoire qui a suivi ma première tentative de BTS. Je trouvais très sympa, au début, d’avoir des vacances alors que tout le monde reprenait les cours, et ça s’est assez vite transformé en mal être, avec la sensation que la vie filait et que je n’en faisais rien. Alors il a fallu que je fasse quelque chose.

J’ai toujours beaucoup aimé la sculpture. La pierre en particulier. Elle dégage des sensations agréables.

Il y avait une pierre dans l’atelier avec une forme particulière. C’était du gypse. Je voulais faire quelque chose de bien et pas emprunté. Pour ça, je savais que je devais choisir un sujet que j’aimais, et ce que j’aimais le plus, c’était la musique. J’ai fait une clé de sol. Je m’y suis pris de façon méthodique en utilisant un vieux tournevis et un marteau. Quelque chose s’est enclenché et à la fin de la journée, quand je me suis arrêtée, j’ai eu l’impression que je n’avais fait que révéler quelque chose qui était déjà dans la pierre, comme de la poussière que l’on enlèverait avec un pinceau. C’était magique. A tel point que j’ai eu peur que ça ne fonctionne plus le lendemain!

Aujourd’hui, il se passe toujours la même chose, mais j’y suis bien plus habituée. Je sais que je trouverai toujours une solution pour y arriver. Des fois il ne s’agit que de timing, ce n’est pas le bon jour, il faut attendre un peu. Parfois, il faut savoir recommencer, ne pas avoir peur de tout casser, et c’est même très plaisant !

Dans cette même année sabbatique, j’ai fait un bureau en mosaïques, une table pour la cuisine avec ses tabourets, une table basse, une chouette en pierre et une petite série de sculptures sorties des chutes de la pierre pour la chouette.

 

Comment est née ton envie de travailler le métal  et pourquoi le métal ?

Les choses ne viennent pas par hasard. J’ai commencé à utiliser le métal parce qu’à Paris, sans balcon, on n’a plus trop le choix. Il faut apprendre à gérer la poussière ! Ca ne m’a pas empêché de faire une méridienne en béton armé dans mon salon ! D’ailleurs, c’est avec les restes de la bobine de grillage qui a servi à la construire que j’ai commencé à utiliser du fer. D’habitude je ne fais que de la récup.

 

Travailles-tu d’autres matériaux ?

Je ne suis fermée à aucuns matériaux, mais je ne les utilise que par besoin. A chaque foi, c’est un nouvel apprentissage. Ça prend un peu de temps à explorer. Pour l’instant j’utilise du métal (tôle récupérée et découpées, fil de fer ou fil de cuivre), de la résine de cerisier et du bois, mais uniquement à l’état brut, jamais de vraie sculpture sur bois. Et aussi des plumes de paon qui viennent du « Jardim do Ultramar », à Lisbonne.

Où te procures-tu la matière première ?

Souvent, ça vient du Portugal. La résine vient des champs de cerisiers ou je passe cueillir les boules de gomme. Je récupère « jaros » rouillés par ci par là. Je vois  des personnages au milieu des vignes abandonnées, vouées à être arrachées, faute de vie paysanne. Ce sont des planches et objets récupérées dans les maisons en ruine de la famille. C’est finalement très personnel.

 

D’où te vient ton inspiration ?

De mon travail en entreprise, de la vie et de mes besoins. Souvent je fais les choses parce que j’en ai besoin. J’avais besoin d’un support pour l’œuf d’autruche qu’on m’avait offert et j’ai commencé à utiliser de la résine de cerisier. J’ai fait la structure en fil de fer, récupéré de la méridienne, et je suis partie avec au Portugal, convaincue que j’allais trouver une solution. J’en ai parlé à ma mère. Elle a tout de suit pensé à la résine de cerisier qu’elle a appris à utiliser à l’école, quand elle était petite, au Portugal. Comme ça s’effrite, j’ai utilisé un reste de résine époxy utilisé pour faire l’évier de ma cuisine.
L’inspiration me vient de tout. C’est plus un état d’esprit. Comme si tout s’emboîtait. On ne compose qu’avec ce qu’on a, à condition d’avoir conscience de ce qu’on a !

 

Comment nait une sculpture de Sylvie Pereira ?

C’est aussi souvent l’idée qui anime les matériaux que, les matériaux qui génèrent des idées. C’est comme si les pièces d’un puzzle se mettaient en action. D’emblée, je vois  ce qui marche et puis j’essaye pour voir comment composer et obtenir le résultat que je veux.

 

Quels messages souhaites-tu transmettre au travers de tes sculptures ? Peut-on parler de « sculpture engagée ?

Je me suis engagée dans ma vie, alors bien sur que c’est engagé. Je ne suis plus une victime, ni une spectatrice. J’ai conscience de l’incidence que j’ai sur mon environnent, en toute modestie. Je ne fais pas ces choses pour être reconnu, mais pour matérialiser ce que je ressens. D’ailleurs, comme c’est de la récupération, ces matériaux auraient dû disparaître, mais je prolonge leur vie.
Quand je donne quelque chose, je passe le relais. Cette chose n’a d’important que la valeur que cette personne lui donne. C’est le lux de l’anonymat ! A partir de là, je me défais d’une partie de moi et je la renvoie vers l’infini où nous sommes tous acteurs et rien à la foi.

Les choses n’ont de l’importance que par l’attention qu’on leur donne.

 

Lorsque je vois certaines de tes sculptures je pense à Giacometti…quels sont tes artistes de référence ?

Je m’ennuie un peu devant Giacometti. J’ai l’impression qu’il a trouvé un filon et qu’il n’a fait que ça. Ce n’est pas très expressif. Avec Gaudi, on s’ennuie beaucoup moins. Il a fait des maisons, des parcs, des objets. Il a crée des univers entiers, c’est magique. Picasso, c’est pareil, il a inventé plusieurs styles en une seule vie. Jimi Hendrix aussi il a révolutionné son temps et son art. C’est comme s’ils avaient su trouver la longueur d’onde juste entre eux et leur art. Naturellement, ils se l’approprient et le réinvente l’art en créant leur style.

 

« Agrochão » est-il une source d’inspiration dans ton travail ?

Bien sur. J’y passe presque toutes mes vacances et ma principale activité est de bricoler. Mon père à plein d’outils et Agrochão regorge de ressources. Si j’y habitais à temps plein, je ferais bien plus de choses!

 

Quel est ton  attachement au Portugal et pourquoi ?

Pour moi le Portugal c’est la nature et la vie simple, sans artifice. Finalement, celle qui me plaît. Il fait beau, la nourriture y a un goût incomparable et j’y vie dans la nature. J’en ai sérieusement assez de Paris! Il me faut de l’air.

 

As-tu déjà exposé ? Comment le public perçoit-il ton art ?

Je n’ai jamais exposé. J’ai l’impression que les places sont déjà prises ou qu’il faut faire preuve de beaucoup d’endurance, voire de violence pour avancer de ce coté là.
C’est très rare les gens qui me donne leur avis sur ce que je fais. Que dois-je en conclure … Ce qui m’intéresse c’est la magie qui opère quand je crée. Je ne m’attarde pas trop sur le résultat.
Il y a quelques années je trouvais ça vulgaire. Un peu comme ces gens qui vous font visiter leur maison en vous parlant du prix qu’ils ont donné pour ce canapé ou le lustre dans salon.

 

Quels sont tes projets futurs ?

Acheter une maison avec un jardin, en banlieue pour pouvoir mieux bricoler et m’ouvrir à de nouveaux projets et matériaux.

 

Découvrez les créations de Sylvie Pereira sur son site http://www.myspace.com/sypereira

Par : Maria-Yvonne Frutuoso pour Portugal Magazine

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Fabricio edita o seu primeiro trabalho discográfico “Por ti”

“Por ti” é o nome do primeiro trabalho discográfico do jovem autor, compositor e intérprete Fabricio, o artista revelou-nos que teve um enorme prazer em realizar este seu trabalho e que “Por ti” significa os seus sonhos, a sua música, a luta e a vontade de vencer.

Este projecto já teve início há alguns anos, durante este periodo, Fabricio foi quem escreveu as letras e compôs as músicas, só para concretização do álbum é que trabalhou com Sergio Fernandes, seu produtor, que o ajudou muito na finalização dos seus temas.

Fabricio guarda bem suas origem, da parte da mãe, são de uma aldeia típica do norte, Lousã que pertence a Torre de Moncorvo e o pai é de Arcos de Valdevez, uma vila tipicamente minhota.

Quem adquirir o álbum de Fabricio pode escutar temas latinos, populares portugueses com um cheirinho a pop.

Quando lhe perguntamos como entrou no mundo da música, Fabricio respondeu a Portugal Mag :  » A musica é que entrou no meu mundo ! Desde pequeno que estou rodeado pela música devido às minhas origens, a minha mãe sempre gostou de música portuguesa e das tradicões e o meu padrinho toca guitarra portuguesa e canta fado, desde os meu 5 anos até à bem pouco tempo, que estive no conservatório de música a fazer os meus estudos. Escolhi o acordeão como instrumento  e especializei-me em jazz, mas sempre com tendência para o latino. Em jovem participei  em alguns grupos musicais como acordeonista, tive ainda a experiência de formar um grupo meu,  em que também era vocalista e foi aí que senti que os palcos eram o meu mundo, até surgir a oportunidade de gravar o meu CD. »

No final da nossa entevista, Fabricio deixou uma mensagem de agardecimento para todos os que o têm apoiado, acrescentando que o podem contactar atravez do facebook procurando ‘Fabricio artista’.

Fabricio foi um dos artistas a ser convidado pela Portugal Magazine para estar presente no seu aniversário na discoteca Lua Vista, depois de ter feito a primeira parte do concerto de Mickael Carreira juntamente com Celine, ambos os artistas marcaram presença.


Contact manager/booking :

fabricio-event@hotmail.com

(+33)  6.15.46.10.81 (França)

(+351) 9.16.87.47.48 (Portugal)

(+41) 7.98.69.63.35 ( Suiça )


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Abertura do ARENA, novo espaço português moderno e agradável

Abriu a 15mn de Paris, em Juvisy Sur Orge, um novo espaço português, o Arena Latin’s Pub cuja inauguração realizou-se no passado dia 12 de novembro na presença de vários artistas e numerosos clientes acolhidos com champanhe.

 

Este novo estabelecimento de linhas modernas e bem decorado que o torna atractivo e confortável, conta com uma pista de dança onde dj Cort-s, membro do famoso grupo Guarana Goal e vindo de Suiça para a ocasião, pôs todos a dançar com o melhor som Latino do momento.

É de salientar que a criação do logo da casa e das diversas cartas de consumo, estiveram a cargo do grafista Hugo Gomes e não duvidamos que David Moka, de origem arraiana, ocupou-se da decoração depois de vermos na zona bar certas fotos de touradas e dum forcão miniatura.

O Arena valoriza os produtos portugueses e a nova gerência aposta em empregados jovens e dinâmicos e pretende tornar-se desde já uma referência em diversão nocturna cativando todos os que desejam passar uma noite muito divertida com os amigos.

Convidamos os nosso leitores a irem ao Arena saborear boa música com dj Alexandro como residente, num ambiente agradável e moderno.

Não duvidamos que o Arena irá ser o novo ponto de encontro de muitos portugueses.

Nosso obrigado pelo convite e muito sucesso a este novo estabelecimento.

 

Arena

75 avenue Cour de France

91260 Juvisy sur Orge

Contactos :

Tel. : 01 69 21 43 76

E-mail : lepubarena@gmail.com

 

Horários de abertura :

Quintas e domingos das 19h às 2h

Sextas e sábados das 19h às 4h

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